Caterina Robitschek Breuer
Em Merano, na Itália, um Stolperstein diante da antiga residência recorda Caterina Robitschek Breuer. A pequena pedra integra o memorial descentralizado dedicado às vítimas judaicas do Holocausto. Uma placa de latão cobre o bloco de concreto em forma de cubo e traz nome e dados biográficos. Ao passar por este ponto, você encontra uma história individual inscrita no cotidiano da cidade.
A vida em Merano mudou drasticamente após a ocupação alemã do norte da Itália, em 1943. Em setembro daquele ano, Caterina foi presa com outros moradores judeus durante ações coordenadas pela SS e colaboradores locais. O porão da antiga Casa Balilla serviu como local de detenção antes do transporte ao campo de Reichenau, perto de Innsbruck. Depois de cerca de seis meses, Auschwitz recebeu o grupo, e Caterina foi assassinada em 7 de março de 1944. A pedra diante da casa mantém visível a ligação entre uma moradora nascida em 1875, sua cidade e a perseguição nazista.
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